Sobre tecnojr

Associação Empresa Júnior de Ciência da Computação da UESC

Incubadoras de empresas

Uma incubadora de empresas é um mecanismo que estimula a criação e o desenvolvimento de micro e pequenas empresas (industriais, de prestação de serviços, de base tecnológica ou de manufaturas leves), oferecendo suporte técnico, gerencial e formação complementar ao empreendedor. A incubadora também facilita e agiliza o processo de inovação tecnológica nas micro e pequenas empresas.

Em geral, dispõe de um espaço físico especialmente construído ou adaptado para alojar temporariamente micro e pequenas empresas e oferece uma série de serviços, tais como cursos de capacitação gerencial, assessorias, consultorias, orientação na elaboração de projetos a instituições de fomento, serviços administrativos, acesso a informações etc.

Para mais informações e inclusive essa matéria acesse o site do SEBRAE.

Eleições Gestão 2012 da TecnoJr

Estão abertas as inscrições para o terceiro Processo Eleitoral da gestão 2012 da TecnoJr, para o cargo da Diretoria de Recursos Humanos.  Inscrições abertas de 13 a 30 de Janeiro. Membro efetivo da TecnoJr, venha fazer parte dessa História, ganhe experiência profissional e incremente seu currículo ainda na graduação, não perca tempo, faça parte do time TecnoJr. Confira as condições em nosso terceiro edital.

CPU 2011

O Campeonato de Programação Universitário – CPU é um campeonato realizado pela Empresa Júnior de Computação da UESC – TecnoJr, destinado aos alunos do curso de graduação na área de Computação e afins (Ciência da Computação, Engenharia de Computação, Sistemas de Informação, Matemática, etc.), com o objetivo de: Estimular o interesse pela programação de computadores. Aumentar a integração aluno-empresa. Proporcionar a prática nas disciplinas de programação. Proporcionar desafios aos estudantes das Faculdades ou Universidades da região. Estimular o trabalho em equipe. O CPU ocorrerá no dia 06 de dezembro na Universidade Estadual de Santa Cruz – UESC, em paralelo ocorrerá o SINFORM - Semana de Informática da UESC entre os dias 05 e 09 de dezembro de 2011. Faça já sua inscrição.

Workshop – Como se tornar um Empreendedor Júnior

 Em comemoração a semana internacional de empreendedorismo, no dia 17 de novembro às 19:30h, ocorrerá o Workshop – Como se tornar um Empreendedor Júnior, realizado pela TecnoJr, no auditório Jorge Amado, na Universidade Estadual de Santa Cruz- UESC.
O workshop será voltado para área do Empreendedor Júnior, abordando de maneira explicativa temas como, desafios e oportunidades na carreira de um empresário júnior, como fazer parte do movimento, o funcionamento e abertura de uma empresa júnior e as ações promovidas pelo Movimento Empresa Júnior- MEJ em todo o país.  Não perca está ótima oportunidade de agregar valores a sua carreira. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo site www.tecnojr.com.br.

HD Temperado

Parece alquimia, mas não é. Foi testado no Institute of Materials Research and Engineering (Instituto de Pesquisa de Materiais e Engenharia), situado em Cingapura, um novo tipo de disco rígido para PC’s, inclusive, que apresenta cloreto de sódio em sua composição, exato, o sal de cozinha.
A adição do sal à composição do hardware não é só uma brincadeira entre cientistas, o resultado gerou um componente de armazenamento de dados, com densidade de armazenamento de 3.3TB/polegada, cerca de 6 vezes maior que os atuais. Por consequência deste experimento, os HD’s podem passar a armazenar 6TB de dados, quando outrora, por limitação da tecnologia de fabricação, só 1TB era possível.
A alteração na forma de produção dos HD’s, que, segundo os pesquisadores, pode ser implementada nas fábricas destes hardwares atuais, sem demandar melhorias muito caras para o processo, consiste no uso de uma técnica chamada Nanopatterning, a qual, utiliza moléculas do sal de cozinha para um processo de litografia na superfície do material do disco, onde os pequenos grãos podem ser arranjados de forma mais justaposta e ordenada, ao contrário do processo atual, que deixa estes sedimentos bagunçados na superfície do disco.
Quem acompanha o mundo da informática, volta e meia se depara com descobertas inusitadas, mas este sim, parece que foi um grande mago alquimista que estava no laboratório. Todavia, sendo inusitada ou não, merece a admiração de quem utiliza equipamentos de tecnologia e a espera pelo lançamento que está apto a vir em 2016.

Disseminando o MEJ

Na semana do calouro, evento realizado pela Universidade Estadual de Santa Cruz- UESC, a TecnoJr realizou mais uma vez, o evento, “Conheça o MEJ – Movimento Empresa Júnior”, juntamente com o colegiado de Ciência da Computação e o Departamento de Ciências Exatas e Tecnológicas – DCET da UESC.  O evento foi destinado aos novos alunos do curso de Ciência da Computação, Engenharia de Produção e Sistemas, e os novos cursos da área de exatas ingressantes no segundo período letivo do ano. O evento contou com a participação de professores, coordenadores e alunos veteranos dos cursos de graduação da universidade.
A TecnoJr ofereceu aos alunos informações do MEJ, o funcionamento de uma empresa júnior, oportunidades oferecidas aos empresários juniores e a importância de se fazer parte de uma empresa júnior durante a graduação. É compromisso da empresa, disseminar o MEJ, assim como, incentivar cada vez mais, a participação de alunos e a comunidade em geral, no contexto do empresário júnior, seja como colaborador ou de forma participativa, nas ações promovidas pelo movimento empresa júnior em todo país.
A TecnoJr agradece a todos que participaram do evento, em especial ao Colegiado de Ciência da Computação – COLCIC, por mais uma vez, nos oferecer a oportunidade de informar sobre a TecnoJr e o MEJ.

MEJ o ideal do futuro

O Movimento Empresa Júnior iniciou-se em 1967, na França, com o objetivo de complementar a formação acadêmica e suprir a falta de experiência prática na graduação. Através da realização de estudos de mercado e enquetes comerciais nas empresas, os estudantes passaram a vivenciar a realidade empresarial e puderam se aproximar do mercado. Na década de 1980, difundido como um fenômeno econômico e político, o movimento se consolidou e deu início ao seu processo de internacionalização, sendo levado para a Suíça, Bélgica, Espanha, EUA e Brasil. Em 1986 havia 99 Empresas Juniores, 15.000 estudantes envolvidos, 3.000 estudos realizados, e um faturamento anual da ordem de 40 milhões de Francos. Atualmente, o Brasil é um país de destaque frente ao Movimento Júnior como um todo. São mais de 600 empresas juniores em todo o país, que oferecem uma gama diversificada de serviços. Pode-se então considerar o MEJ um fenômeno econômico e empresarial de sucesso. O Movimento Empresa Júnior – MEJ, oferece a sociedade, uma consultoria empresarial de menor custo, aumentando a qualidade e a chance de sucesso de empreendimentos, num país com alta demanda por emprego e renda. Além disso, proporciona aos universitários a oportunidade de colocar em prática o aprendizado obtido nas salas de aula de forma única, passando valiosas lições sobre trabalho em equipe, liderança, criatividade, networking, pró-atividade e qualidade. Tais características são consideradas um diferencial no mercado de trabalho atual.

Praticando Responsabilidade Sócio-ambiental

O conjunto de práticas e ações que promovem o desenvolvimento em comprometimento com meio ambiente e áreas sociais, conhecido como Responsabilidade Sócio-Ambiental, é um dos valores pregados, desenvolvidos e disseminados pela TecnoJr. Implementando a gestão de atividades sociais e ambientais em beneficio da comunidade, proporcionando a melhoria da qualidade de vida das pessoas e o desenvolvimento do ser humano, por meio de ações preventivas, educativas, culturais, artísticas, esportivas e assistenciais, de defesa dos direitos humanos, do trabalho, do meio ambiente e da justiça social. Para atuarmos na sociedade e aplicar esse conceito como empresa, devemos atuar externamente e internacionalmente no sentido de disseminar e aplicar metodologias que configurem a responsabilidade sócio-ambiental. A TecnoJr se sente contente por realizar ações sócio-ambientais e poder incentivar outras empresas a aplicarem também esse tipo de ação.
A prática sócio-ambiental proporciona benefícios a todas as partes envolvidas:
Redução de custos e aumento das receitas;
Melhoria da imagem das empresas perante a opinião pública e consumidores;
Desenvolvimento do capital humano;
Desenvolvimento de novos modelos de negócios envolvendo parcerias entre os diversos setores da sociedade;
Desenvolvimento para pesquisa de novas tecnologias ecologicamente corretas;
Além disso, os mecanismos nacionais e internacionais de financiamento exigem cada vez mais o enquadramento das empresas às normas e padrões internacionais de gestão e formas de atuação em projetos sócio-ambientais.
Toda empresa que busca esse tipo de ação pode atuar em diversos setores, como o combate à fome, através de políticas estruturais e políticas especificas, na educação, com melhoria da política interna e apoio a projetos envolvendo escolas e instituições públicas, na área social, com apoio a políticas sociais de inclusão social e também no meio ambiente, com a minimização de resíduos (reciclagem), estabelecimento de princípios ambientais, redução da poluição, novas tecnologias, reutilização de recursos naturais (água) e otimização do uso de energia.
Se preocupar com o meio ambiente e sociedade é dever que devemos incentivar e praticar em nossas empresas, pois é através de ações sócio-ambientais que contribuímos para um mundo melhor e o desenvolvimento sustentável.

TI Verde: Impactos e Aplicação

Há muito, a preocupação com o meio ambiente vem mostrando qual o real impacto das organizações sobre este. A sigla “TI” é um acrônimo de Tecnologia da Informação, que pode ser definida como o conjunto de todas as atividades e soluções providas por recursos de computação.

TI provoca impactos ambientais tanto pela demanda de energia elétrica quanto pelos materiais utilizados em sua produção. Daí as empresas buscarem a melhor forma de dispor desses recursos para não agredir ou pelo menos minimizar o impacto.

A aplicação da consciência ambiental nas organizações pode ser feita de três maneiras gerais: Incrementação tática, Estratégica e Deep IT.

A primeira não altera a estrutura interna empresarial, apenas alia suas atividades a algumas atitudes em prol da contenção de gastos elétricos excessivos, como usar lâmpadas fluorescentes, substituir lâmpadas incandescentes por fluorescentes ou desligar aparelhos que não estejam em uso, como monitores, que reduz o gasto em 50% no caso de monitores CRT e 30% para monitores LCD (Fonte: PRADO, 2005).

Na segunda há uma mudança na forma de produção, necessitando da presença de um ambientalista para fazer uma análise estrutural através da convocação de uma auditoria para avaliar a infra-estrutura de TI. Em que se podem implantar meios sustentáveis de produção, como a reformulação da rede elétrica ou substituição de gabinetes por thin clients (“cliente magro”), que são “miniaturas de gabinetes” que tem pouco ou nenhum aplicativo instalado e mantém no servidor dados necessários para comunicação e armazenamento de arquivos, ou seja seu consumo é imensamente menor.

Na última envolve a criação de um parque tecnológico, com o intuito de melhorar o trabalho e o ambiente, como a implantação de um sistema de refrigeração à energia solar ou a disposição estratégica de equipamentos no local, além é claro, das duas medidas anteriores.

Como exemplo de consciência, o site Verd.in que planta uma árvore para cada 1.000 (mil) links encurtados, sob o slogan “Encurtador de links ecológico”. Existe também um blog que criou o Blackle (Black Google), segundo o autor, Mark Ontkush, se a página inicial do Google fosse preta, ao invés de branca,  em um ano seriam economizados 3000MWh (mega watt hora), com a qual  seria possível abastecer uma cidade de 100 mil habitantes por um mês! Acesse e confira.

Descarte Inteligente

Uma das maiores preocupações atualmente é em relação ao chamado lixo tecnológico, onde podem ser incluídos, notebooks, eletrodomésticos e celulares. Mas a grande questão feita pela maioria dos consumidores é “como descartar esses materiais sem prejudicar o meio ambiente?”.

 Em alguns países como Estados Unidos, Bélgica e Alemanha já se têm programas ambientais de coleta seletiva e dias específicos de descarte de tais materiais. Porém, no Brasil isso é algo muito recente, mas que está ganhando cada vez mais espaço. A maioria dos descartes desses materiais, ainda é feita pelas indústrias e não pela população, onde as empresas recolhem seus produtos obsoletos ou defeituosos e enviam para outras empresas especializadas. Nessas empresas especializadas em reciclagem é realizada a chamada logística reversa, que é constituída da desmontagem, separação e reciclagem dos materiais eletrônicos, podendo chegar quase a 100% da reutilização dos materiais enviados. O Brasil, infelizmente, só não chega à marca de 100%, devido a não ter tecnologia para lidar com alguns materiais, principalmente placas de circuito impresso, tendo assim que enviá-los a outros países.

Precisamos incentivar as empresas que ainda não praticam, seja pela falta do conhecimento, ou pela impossibilidade técnica em realizar o descarte inteligente. Para tanto, é necessário também que façamos a separação dos materiais recicláveis dos orgânicos em locais apropriados. Essas ações precisam ser realizadas em conjunto, empresa e população, para que assim possamos ter um mundo mais sustentável e com o mínimo de impactos ambientais.